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O essencial de Curitiba em um fim de semana

“Fazer o que em Curitiba?”, essa foi a pergunta que tive que tentar responder algumas vezes quando falei que estava indo passar um fim de semana na capital paranaense por livre e espontânea vontade. “Tentar” responder porque eu também não sabia, já que a cidade não tem digamos grandes atrativos turísticos. Até onde eu sabia o mais legal da cidade são os 26 parques e áreas verdes, mas eu definitivamente não ia sair do Rio de Janeiro pra passear no parque. Só que a história se repete, vem aquele saldão de passagem aérea e sempre tem alguém que aparece com o “vamos, tá baratinho”. Graças, portanto, às compras por impulso, vou poder contar como matei a curiosidade antiga de conhecer a cidade e o que pude extrair turisticamente do fim de semana em Curitiba.

curitiba

Chegando no aeroporto, foi bem fácil pegar o ônibus executivo (10 Reais) e descer no centro (30 minutos de trajeto), no ponto da Rua 24h. Já sabia que a partir dali tinha que pegar um táxi ou um ônibus pra ir até o albergue, que fica no bairro Mercês (10 Reais, escolhi o taxi). Ao chegar pra fazer check in a mocinha do albergue toda simpática já deu outro recado “Ah, vocês também vieram pro concurso público?”. Poxa, era a segunda vez que me perguntavam isso quando chego num albergue, a outra vez tinha sido em Palmas. Apesar do ceticismo em relação ao turismo de lazer, pelo menos os gringos são numerosos. Vi muitos passeando por Curitiba e no próprio albergue. A linha do ônibus turístico também parecia andar cheia (não peguei). Enfim, não acho que sou extraterrestre por querer aproveitar um sábado e domingo em Curitiba.

Deixadas as mochilas cometemos um erro geográfico e fomos andando até a feirinha gastronômica do Batel, que só funciona aos sábados. Andamos bastante e percebemos de cara que Curitiba não é uma cidade pedestre friendly. Pouca gente anda a pé, é difícil encontrar sinal e faixa pra atravessar em alguns pontos e parece que se faz tudo de carro. Eu não tenho carro e não sei dirigir, “não curti isso”. Também não achei que tinha muitos pontos de ônibus e decidimos então andar de táxi quando não desse pra ir a pé.

A feirinha do Batel, no entanto, foi bem legal. São 21 barraquinhas de comidas internacionais. Estacionamos na barraquinha Currytiba e aproveitamos pra provar a cerveja da casa e a salsicha alemã com curry. Entendeu o trocadilho com o nome ? 

Como o tempo não parecia que ia se firmar, a segunda parada foi o Museu Oscar Niemeyer e foi uma surpresa bem boa. 

museu oscar niemeyer

O museu está bem conservado, tudo novinho e por sorte pegamos a comemoração dos 10 anos com uma mostra do Di Cavalcanti. A construção do “olho” também é surpreendente e nos andares que levam ao topo é possível ver como foi o processo. Também achei interessante as maquetes com as obras de Oscar Niemeyer no térreo.

Seguimos dali seguimos pra Ópera de Arame, um dos cartões postais da cidade. Não ficamos mais de 15 minutos porque afinal é um teatro e acho que realmente só justifica ir ali pra ver alguma apresentação. Apesar de estar lotado de visitantes, achei que a estrutura precisa de reforma. A impressão que fica é que está mal conservada.

Largo da Ordem, Opera de Arame e Praça Espanha
Feirinha de domingo no Largo da Ordem, Opera de Arame e Praça Espanha

O embalo de sábado a noite foi no Largo da Ordem. Ali fizemos tudo que nosso taxista indicou, comemos no Madeiro um sanduíche com fritas e depois fomos no bar do Alemão. Tudo bem, ele tinha indicado um tal do Bar do Torto, mas achei melhor não. No Alemão a pedida é o chope submarino, um canecão de cerveja com uma canequinha de cachaça dentro. Não deu pra experimentar porque eu queria estar em forma no dia seguinte. O  Largo da Ordem é a noite alternativa, com punks, góticos, motoqueiros e todo tipo de gente que sai por ali pra aproveitar a noite e beber.

No domingo de manhã, enquanto o resto do albergue tentava a sorte no concurso, saímos pra ver a feirinha de artesanato do Largo da Ordem. Depois de fazer um tour de compras, sentamos no bar Firefox junto com os motoqueiros pra ver os carros antigos passarem. É bem legal. 

Tivemos sorte com o dia bonito que fez no domingo, que foi perfeito pra ir ao Jardim Botânico. Finalmente um outro cartão postal da cidade. Uma pena que o espaço Frans Krajcberg estivesse fechado. O parque, no entanto, é bem cuidado e bonito. Ótimo passeio.

jardim botânico curitiba

 

Dali seguimos pra etapa gastronômica, comemos em um restaurante de massas na Praça Espanha e tomamos sorvete no Freddo, uma sorveteria típica também da cidade. Ótimo pra fechar o fim de semana.

Sei que um fim de semana é muito pouco pra entender uma cidade, mas a experiência foi mais do que válida. Fiquei um pouco decepcionada de achar que a cidade não é preparada pra andar a pé ou de bicicleta, o sistema de transporte que foi modelo na década de 80 também não me impressionou e eu achei complicado se deslocar sem carro. Por outro lado, a área de serviços é bem desenvolvida, quem te atende é simpático, os pratos e a conta nos restaurantes sempre chegam rápido e os taxistas são profissionais, bem diferente do Rio de Janeiro.

Vale lembrar que tem muito mais de Curitiba nos blogs de moradores como o Matraqueando, Preciso Viajar, Curitiba para não Curitibanos, e no guia de Curitiba do Turomaquia.

 

Por onde andei em Curitiba ? 

Rua 24h – O projeto é bem intencionado, mas não funciona. Foi nossa primeira parada ao descer do ônibus do aeroporto. Entramos na rua, mas estava tudo fechado. Pode ser que em dias de semana seja mais interessante a visita.

Feira Gastronômica do Batel
R. Carneiro Lobo, Batel 8501557
Sábado: 12h às 21h
Essa foi bem legal, com comidas típicas de vários países. Não fica muito cheia (trauma de carioca, tudo no Rio é lotado) e dá pra sentar e ver o vai e vem de pessoas.

Museu Oscar Niemeyer (MON)
Bem conservado e bonito, valeu a visita. R$ 6 a entrada inteira.
R. Mal. Hermes, 999 – Centro Cívico Curitiba

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Indo em direção ao “olho”

Ópera de Arame
Rua João Gava – Parque Pedreira Paulo Leminski
É um teatro e acho que só justifica a ida pra ver algum espetáculo. Também achei uma pena estar mal conservada, afinal fica estampada nos cartões postais da cidade.

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Bar BelleVille Bar
João Guariza 632 – São Lourenço
No sábado de tarde tinha música ao vivo, rock e as mesinhas ficam ao ar livre. É meio distante de tudo, mas é bem agradável. A decoração é inspirada no desenho francófono “As bicicletas de Belleville”, já viu ?

Madeiro
Foi o jantar de sábado, é uma rede local que vende sanduíches de alto padrão. É caro, um hambúrguer com fritas custa em torno de 18 Reais, mas a qualidade é excelente e vale o que se paga.

Bar do Alemão
Largo da Ordem
Lotado sábado à noite, parece point mesmo dos curitibanos, e tem altos pratos alemãs. Só que já tínhamos jantado, ficamos só na cerveja. Não deu pra experimentar o Submarino (chope com cachaça) porque eu queria acordar inteira no domingo.

Feira do Lardo da Ordem

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Maior do que eu imaginava, tem muita coisa pra comprar a preços bem honestos. Os carros antigos também são uma atração a parte.

Jardim Botânico 

Eng°. Ostoja Roguski – Jardim Botânico
Bem conservado e de entrada gratuita. Vale a pena visitar.

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Restaurante La Pasta Gialla

Foi o único restaurante de massas que fui, gostaria de ter ido em outros, mas não deu tempo.  Os pratos são individuais e custam de 30 a 50 Reais.  Achei bom.  Rua Fernando Simas, 47 – Praça Espanha

Veja também a dica de albergue em Curitiba.

Nota : A seção comentários não é um espaço democrático, qualquer mensagem que eu julgue inútil vai pra lixeira.

 

Sobre Nivea Atallah

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Jornalista de formação e mochileira por vocação.

20 comments

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    Que pena que você não “arriscou” o Bar do Torto! Lá você iria encontrar pessoas muito bacanas e dispostas a te mostrar o verdadeiro roteiro da cidade. Os restaurantes que você foi são muito bons, mas também são caros e não mostram a verdadeira cara da cidade. O Madeiro tem preços muito altos para quem escolhe viajar no estilo mochileiro e alberguista. As feirinhas gastronômicas são uma excelente escolha mesmo, inclusive por quem mora em Curitiba – eu vou toda semana! Comida boa e barata.

    Assim como no Rio, existem duas Curitibas – aquela que estampa folhetos com a Ópera de Arame (realmente precisando de manutenção) e aquela que oferece opções realmente diferentes. Para quem escolhe a segunda precisa pesquisar nos blogs locais, conversar com quem mora aqui e buscar além de um final de semana com passagens em promoção. Ah, vale colocar também que a Rua 24h está desativada da função 24h há quase 10 anos. Atualmente é apenas uma galeria de horário comercial, sem graça mesmo.

    Gostei bastante do seu relato, mas da próxima vez dê uma passada pelo roteiro da Curitiba Baixa Gastronomia. Você vai conhecer uma cidade muito mais interessante! Ah, os passeios para Morretes também são muito legais, mas eu acho o transporte de trem/litorina desconfortável (só fui na classe economica) e muito caro. Uma van ou ônibus vale bem mais a pena!

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    Oi Nivea, praticamente os pontos turísticos que você conheceu foram os pontos turísticos que eu conheci há 8 anos atrás. Eles estão praticamente os mesmos. Pretendo voltar para Curitiba para conhecer alguns pontos novos e re-visitar algum dos antigos. Um dos novos pontos é fazer o passeio de Morretes, dizem que vale muito a pena. Abraço!

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    Bom, sou Curitibana… uma pena você não ter ido nos verdadeiros lugares bons de Curitiba…. quanto ao ônibus e a cidade não dar pra andar a pé eu DISCORDO, Já estive em São Paulo e outros lugares, não tenho carro e acho muito fácil andar de ônibus aqui… Todos os meus parentes de fora inclusive um carioca que casou com a minha prima e veio embora do Rio para Curitiba ( em outubro de 2012) e uma amiga que veio do Rio estudar aqui, elogia a sinalização, a facilidade de andar em Curitiba e a rapidez com que cortamos a cidade de ônibus da próxima vez que vir tente fazer amizade com um de nós( o que é um pouco difícil somos reservados..kkk) e te levaremos aos verdadeiros pontos “turísticos” de Curitiba.

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    Pena que você não pegou a linha turismo, passa por vários pontos turísticos (18 reais, você pode descer e subir novamente 4 vezes com uma passagem), a linha turismo é uma facilidade enorme para os turistas. Você não conheceu a torre da Telepar(mirante incrível), deixou de conhecer o principal ponto turístico gastronômico da cidade, a avenida Manoel Ribas no bairro Santa Felicidade, lá tem o maior restaurante da América Latina, o Madalosso, além de uma adega incrível, a vinhos Durigan. Enfim, tem uma infinidade de pontos turísticos que você não conheceu. Em todos esses pontos que citei,a linha turismo para na frente. Outra coisa legal para se fazer, é descer a serra do mar de trem, (caro, mais de 100 reais eu acho), você para em Morretes, pode almoçar o tradicional Barreado e de tarde o trem volta.

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    Morava em Curitiba sai de lá tinha 10 anos então de lá pra cá muita coisa mudou fui pra lá a primeira vez ano passado(fui 2 vezes) e concordo com quem falou q vc não aproveitou nada da cidade meu marido q nunca tinha ido pra lá agora quer ir todo ano e só não se mudamos pra lá por causa da familia. Uma dica q eu te dou é pesquisar se for voltar pra lá faça um cronograma com sua programação do que fazer entre nos site de parques de Curitiba eu te garanto um mais lindo do q o outro o que mais gosto é o Tanguá e a Unilivre nesse site te explica direitinho como chegar de ônibus e os ônibus são super fáceis de pegar e a passagem no domingo é 1 real, em julho vou de novo pra lá e toda vez q eu vou fica um gostinho q não aproveitei tudo q tinha pra aproveitar, mas uma dica vale muito a pena pegar o onibus de turismo ele passa em vários locais interessantes.

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    Um final de semana é muito pouco mesmo, diria que você não aproveitou nem conheceu 8% do que Curitiba oferece!! Venha pra ficar um mês, ou um ano! Tenho certeza que não vai querer voltar pro RJ. 😀

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    “e os taxistas são profissionais, bem diferente do Rio de Janeiro.”
    Nesse ponto eu concordo. Visitei o Rio de janeiro para um show internacional que aconteceu na Apoteose. Fiquei abisamada com a “falcatrua” dos taxistas da cidade, nem um pouco profissionais, e por duas vezes, me passaram a perna e me fizeram percorrer caminhos realmente longos para a corrida dar mais caro.

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    Marcel Grittten

    Muito interessante seu post. Só gostaria de frisar dois detalhes:

    o primeiro é que dizer que Curitiba “não tem digamos grandes atrativos turísticos” é pura desinformação. A cidade pode não ter atrativos famosíssimos como o Cristo Redentor, mas a estrutura do turismo e os atrativos são extremamente variados, especialmente se pensar no porte da cidade. Curitiba se desenvolveu na área turística muito fortemente no início da década de 90.

    o segundo é sobre o sistema de transporte público: os ônibus. É preciso conhecer um pouco como funciona o transporte público de Curitiba para entendê-lo. Diferentemente de outras cidades, não existem muitos pontos com várias opções de ônibus para vários locais, com exceção das áreas mais centrais da cidade. Talvez por isso você pense que não existem muitos pontos. Como o sistema de transporte da cidade é todo interligado, geralmente você precisa pegar mais de um ônibus para ir para os lugares, porém pagando apenas uma passagem, mas tendo que descer do ônibus para fazer alguma conexão. Geralmente, apenas uma ou duas linhas percorrem determinado trecho ou determinada rua. Parece complicado, mas é bem simples. As cores dos ônibus também indicam o tipo de trajeto, se é alimentador de uma região, se pára nos terminais, se cruza vários bairros, etc.
    Claro, mas devo confessar que, nos fins de semana, são poucos os ônibus em circulação, você chega a esperar meia hora por um. O sistema já foi modelo, mas está defasado e precisa de soluções urgentes.

    Mais uma coisinha: não sei se você conseguiu observar isso, mas já que andou de táxi por aqui, você conseguiu que eles parassem fazendo sinal co a mão? Sempre que vou para o Rio ou para São Paulo fico espantado com a facilidade de se conseguir um táxi, é só fazer sinal na rua e eles páram. Em Curitiba, se você não está próximo a um ponto, só ligando para uma rádio táxi.

    =]

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      Ola Marcel, obrigada pelo comentário. Um turista não deveria ter que entender o sistema de ônibus, ele tem que funcionar e pronto. Aqui no Rio tem muita oferta nos finais de semana, mas pouca informação. Acredito que pra quem não fala português seja complicado.
      Sobre os taxis percebi isso, não é fácil pegar um, mas me impressionou o profissionalismo deles. Inclusive dois desligaram o taximetro porque não encontravam o endereço. Aqui no Rio todo mundo sabe que é ao contrário, pegam o caminho mais longo, escolhem onde querem ir. Já fui explusa de taxi porque o “motorista” não queria subir Santa Teresa, bairro com muita ladeira.
      Na questão taxi Curitiba ganha de 10.

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    Que coincidência ler seu post justo hoje. De forma geral vejo que gostou da cidade! Sou de Curitiba e junto com outros blogueiros terminamos ontem o último evento do Curitiblogando, cuja proposta é justamente a reunião de pessoas daqui para falar sobre a cidade, e mostrar tantos outros pontos que não são tão conhecidos.
    Para conhecer mais do projeto, leia este post no meu blog Flashes de Viagem (http://www.flashesdeviagem.com.br/2013/03/lancado-o-curitiblogando-pias-e-gurias.html) ou conheça a página do Curitiblogando no Facebook => http://www.facebook.com/Curitiblogando

    Volte mais vezes aqui na cidade. Saudações curitibanas! 😉

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    Leandro Malheiros

    É sempre bom ouvir comentários sobre nossa cidade, nem sempre são os que queremos ouvir, mas faz parte do jogo.
    Tenho três observações a faze; O sistema de transporte coletivo, como em qualquer cidade do mundo, sofre uma redução na sua freqüência já que o numero de usuários diminui, ao que parece uma atitude lógica e sensata.
    Quanto a sinalização, segundo pesquisa publicada neste final de semana, Curitiba tem 77 carros para cada 100 habitantes, realmente é muita coisa, mas acredito que a sinalização ta dando conta.
    Por último, quanto ao “submarino”, não fale uma coisa dessas… não é chopp com cachaça, é com stanheguer.
    Volte quando puder, você vai conhecer outras coisas bem legais.

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    outro lugar bacana em Curitiba para visitar é o Parque Tanguá!
    Tem um visual bonito de noite e durante o dia rende uma boa caminhada até o mirantezinho que te deixa perto da cascata.

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      Eu não tive tempo de visitar os parques Clara pq são muitos mesmo, acho que deve ser uma excelente opção de lazer pros curitibanos. O do Jardim Botânico achei ótimo e bem cuidado.

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    Nivea, que sorte que você não foi no Torto.
    Esse bar é MUUUUUITO alternativo. Na verdade é um boteco bem tosco de rua e todo mundo senta na calçada. Acho que você não ia curtir, tem muito lugar mais legal aqui do que esse bar, incluindo o Bar do Alemão que é infinitamente mais legal.

    Eu não acho o sistema de transporte daqui ruim não. Os ônibus são bem bons e tem sim muitas linhas, mas tem algumas que tem parada em um poste simples só escrito “parada de ônibus” e não naqueles banquinhos fechadinhos e tal.
    O único problema daqui é que no final de semana diminui a quantidade da frota já que tem menos movimento e os ônibus demoram mais para passar.
    Os amarelos estão por toda a cidade, e ainda tem os verdes, prata e o clássico vermelho das canaletas. A cidade é grande, então é claro que para atravessá-la vai precisar de mais de um ônibus, mas é possível chegar em tudo.
    Hoje em dia ando só de carro aqui, mas nunca achei difícil para o pedestre e nunca achei falta de faixas nem nada…!

    Beijos e volte pra cá pra conhecer mais lugares!!

  13. Avatar
    Patricia - Turomaquia

    Brigaduuu por indicar nosso Guia de Curitiba 🙂

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